O Zen no Karatê

Os tribunais guerreiros do japão do período Kamakura ao período Muromachi incentivaram o estudo austero do Zen pelos Samurais, e o Zen andava de braços dados com a arte de combate. No Zen não ha elaboração nem misticismo, ele vai direto á natureza das coisas. Não há cerimonias nem pregações. A promessa do Zen a de caráter exclusivamente pessoal.
A iluminação do Zen não implica em modificações de comportamento, mas sim, na compreensão da natureza na vida comum. O seu objetivo, o seu ponto final é inicio, e a grande virtude da simplicidade. Devemos Aplica o golpe no oponente tal como ele nos aplica. Isso implica no equilíbrio absoluto, na ausência da raiva. O inimigo deve ser tratado como um convidado de honra. A vida deve ser abandonada e o medo deve ser descartado.
A primeira técnica é a ultima, o discípulo e o mestre se comportam da mesma maneira. O conhecimento é um ciclo completo. Os ensinamentos do karatê são muitas vezes semelhante as violências e agressões verbais a que os aprendizes do zen se sujeitam. Assolada por duvidas e infelicidade sua mente e seu espirito se desorientam e os aprendizes são levados paulatinamente a percepção e a compreensão por seu mestre.
Sobre o Autor
Weslley Henrique Vieira Ferraz
Diretor Técnico e de Ensino do Instituto Kenshydokan.